
A minha experiência no projeto de voluntariado na Islândia é um exemplo de como um campo de curta duração pode ser tão marcante, diversificado e dinâmico.
O projeto em que me inscrevi entusiasticamente teve a duração de 10 dias, que souberam a pouco, mas que me trouxeram tanto!
Logo na primeira noite, as fugidias e mágicas auroras boreais presentearam-nos com uma festa de boas vindas com um céu pintado de várias cores a parecer uma tela criada pelos melhores artistas.
Este foi o incentivo perfeito para tudo o que viria a vivenciar nesta terra fria que me deixou com o coração quente, pelas suas paisagens infinitas, belas, áridas, vulcânicas e tão camaleónicas, dependendo do clima nesse dia. Pode estar ventoso, sol, a nevar, a chover e às vezes termos tudo isso no mesmo dia!

A Islândia é uma caixinha de surpresas! E que melhor país para aprendermos e partilharmos também uma maior e mais ativa consciência ambiental e ecológica? E aliar essa vertente ao aprofundamento dos nossos conhecimentos em fotografia?
Foi a junção perfeita de Fotografia e Preocupação Ambiental num país que abarca e retrata tão bem ambos os campos! De destacar a solidária campanha da “Family Aids” em que separamos e distribuímos cabazes com alimentos para famílias desfavorecidas.

De louvar também os vários workshops de fotografia que realizamos, com exercícios práticos e em paisagens já de si tão fotogénicas.

Certa de que repetiria esta enriquecedora experiência, espero que este testemunho vos incentive a abarcar em novas aventuras, com novos estímulos, a se ser melhor cidadão e pessoas mais tolerantes, com maior consciência ambiental e multicultural!
E agora quando me perguntam “Para Onde?”, após estes inesquecíveis dias, de imediato responderei – “Para Onde?” não sei, mas seguramente será com a “Para Onde?”.
Como me escreveu uma das camp leaders “Good things come to people who wait, but better things come to those who go out and get them!”
